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		<title>Top Secret America &#8211; jornalismo épico</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 01:37:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
A revista The Economist chamou de &#8220;jornalismo épico&#8220;. De fato, não é sempre &#8211; aliás, é quase nunca, nunca mesmo &#8211; que uma redação fica dois anos investigando qualquer assunto para então apresentar toda a apuração de maneira inteligente, usando o que há de melhor na visualização de dados interativa.
Trata-se do Top Secret America, reportagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-745" title="topsecret" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/07/topsecret.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>A revista The Economist chamou de &#8220;<a href="http://www.economist.com/blogs/democracyinamerica/2010/07/secret_america" target="_blank">jornalismo épico</a>&#8220;. De fato, não é sempre &#8211; aliás, é quase nunca, nunca mesmo &#8211; que uma redação fica dois anos investigando qualquer assunto para então apresentar toda a apuração de maneira inteligente, usando o que há de melhor na visualização de dados interativa.</p>
<p>Trata-se do <a href="http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/" target="_blank">Top Secret America</a>, reportagem do Washington Post. &#8220;Os serviços de segurança nacional americanos criados após o 11 de  Setembro tornaram-se tão tentaculares, secretos e intrincados que é  impossível saber com precisão sua eficácia e sua abrangência&#8221;, <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4573743-EI294,00.html" target="_blank">diz o jornal</a>. A <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4573743-EI294,00.html" target="_blank">AFP</a> disparou a notícia, abaixo:</p>
<blockquote><p>Os serviços de segurança nacional  americanos criados após o 11 de Setembro tornaram-se tão tentaculares,  secretos e intrincados que é impossível saber com precisão sua eficácia e  sua abrangência, segundo uma vasta investigação divulgada nesta  segunda-feira pelo Washington Post. Intitulada &#8220;A América secreta  demais&#8221;, a investigação é resultado de dois anos de trabalho no qual  participaram <strong>vinte jornalistas</strong> da respeitada publicação americana.</p>
<p>A investigação  indica que, nove anos após os atentados que deixaram quase 3.000 mortos,  &#8220;o mundo secreto demais que o governo criou tornou-se tão vasto, tão  difícil de manobrar e secreto que ninguém sabe quanto custa, quantas  pessoas estão envolvidas, quantos programas existem, nem quantos  serviços diferentes efetuam a mesma tarefa&#8221;.</p>
<p>Consequência: após  &#8220;nove anos de despesas sem precedentes (&#8230;) o sistema instaurado para  deixar os Estados Unidos protegidos se tornou tão denso que é impossível  conhecer sua eficácia&#8221;.</p>
<p>Depois dos atentados de 11 de setembro  de 2001, verdadeiro trauma para a sociedade americana, o governo do  presidente George W. Bush lançou o conceito de &#8220;guerra ao terrorismo&#8221;,  abandonado depois pelo presidente Barack Obama.</p>
<p><strong>Ilustrado com  vários gráficos em diversas páginas</strong>, o trabalho do Washington Post será  publicado em três partes até quarta-feira e seu primeiro volume,  batizado &#8220;Um mundo secreto que cresce sem controle&#8221;, é dedicado à  organização desses serviços.</p>
<p>O jornal indica que<strong> 1.271 agências  governamentais e 1.931 empresas privadas, espalhadas por 10.000 pontos  dos Estados Unidos trabalham com programas ligados à luta contra o  terrorismo ou com serviços de inteligência</strong>.</p>
<p>O dispositivo emprega  cerca de <strong>854.000 pessoas</strong>, que possuem acesso às informações secretas, e  33 prédios foram construídos ou estão em construção apenas na capital  federal Washington.</p>
<p>O Washington Post ressalta que a magnitude  desta burocracia leva a redundâncias administrativas. O jornal indica,  por exemplo, que 51 organizações federais situadas em 15 cidades  diferentes são encarregadas de monitorar a circulação de recursos das  redes terroristas.</p>
<p>A enorme máquina de inteligência americana  produz relatórios em uma quantidade tão grande -por volta de <strong>50.000  informes por ano</strong> &#8211; que &#8220;muitos deles são simplesmente ignorados&#8221;.</p>
<p>O  jornal lembra que, em razão desses erros, os serviços de inteligência  americanos não conseguiram impedir a tentativa de atentado em um voo  Amsterdã-Detroit no Natal ou o massacre de Fort Hood, no Texas, que  deixou 13 mortos em novembro.</p></blockquote>
<p>Os <a href="http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/articles/editors-note/" target="_blank">editores do Washinton Post contam que</a>, por causa do tamanho da investigação, permitiram que alguns oficiais do governo vissem o site antes, para que pudessem explicar algumas coisas específicas. Não disseram nada, apenas justificaram e pediram para remover alguns pontos entre os tantos apontados no mapa. Sim, há um mapa com <a href="http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/map/" target="_blank">todas as organizações dos EUA classificadas como Top Secret</a>.</p>
<p>A reportagem é enorme, uma investigação sem precedentes sobre o sistema de investigação secreto que os EUA organizaram pós-11 de setembro. Nos EUA, <a href="http://twitter.com/#search?q=%23topsecretamerica" target="_blank">todo mundo está falando disso</a>. No Brasil, até agora (22h17, dia 20 de julho), parece que apenas o <a href="http://sergyovitro.blogspot.com/2010/07/toda-midia-nelson-de-sa_20.html" target="_blank">Nelson de Sá</a> citou. Carlos Alberto Jr. <a href="http://www.olharesmiopes.com/2010/07/top-secret-america.html" target="_blank">falou disso ontem</a>, mas ele não vale: mora em Washington. Se estiver enganado, alguém avise.</p>
<p>Abaixo, o vídeo da introdução da reportagem, que já está legendado em português no YouTube.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3uPhkKysd6E&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="345" src="http://www.youtube.com/v/3uPhkKysd6E&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Cidade de Palha &#8211; A Vila Rubim de Ontem e Hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:52:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
A plataforma gratuita de código aberto Wordpress, o sistema gratuito de publicação de vídeos Vimeo e o sistema gratuito de publicação de fotos Flickr. Com isso, dois estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo realizaram uma reportagem multimídia melhor do que muita coisa que está por aí.
Claro que não é só isso &#8211; o mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/07/cidadepalha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-741" title="cidadepalha" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/07/cidadepalha.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>A plataforma gratuita de código aberto Wordpress, o sistema gratuito de publicação de vídeos Vimeo e o sistema gratuito de publicação de fotos Flickr. Com isso, dois estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo realizaram uma reportagem multimídia melhor do que muita coisa que está por aí.</p>
<p>Claro que não é só isso &#8211; o mais importante é a determinação e, claro, o jornalismo. Mas o interessante é que para realizar um site multimídia bem feito não é preciso mais de um especialista em código e um designer &#8211; nada contra, se tiver, melhor, mas as ferramentas estão todas aí.</p>
<p>Ultimamente têm surgido alguns bons exemplos de trabalho de conclusão de curso (TCC) multimídia, coisas bem interessantes mesmo. O <a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/07/07/primeira-reportagem-multimidia-na-eca-usp/" target="_blank">primeiro TCC da USP</a> foi o ótimo <a href="http://flimultimidia.com.br/entremuros/" target="_blank">Entre Muros</a>. Da Anhembi Morumbi, vi o belo <a href="http://www.jornalismodigital.org/2008/06/ambulantes-no-trem-tcc-multimidia/" target="_blank">Ambulantes no Trem</a>. Da Metodista, o incrível <a href="http://www.umacasaoutravida.com.br/" target="_blank">Uma Casa, Outra Vida</a>, web-documentário interativo sobre a Cidade Tiradentes. <a href="http://narua.org/" target="_blank">Paulo Fehlauer</a>, profissional multimídia tarimbado já, também se formou na USP com um TCC multimídia, o <a href="http://www.garapa.org/morar/" target="_blank">Morar</a>, site-reportagem multimídia e interativo que traz histórias pessoais de ex-moradores do edifício Mercúrio, localizado na Baixada do Glicério, região Central de São Paulo. Aqui está o <a href="http://garapa.org/morar/wp-content/uploads/2009/06/tcc.pdf" target="_blank">memorial que fez sobre o projeto</a> (pdf).</p>
<p>Mas não são muitos. Parece que a moda agora é documentário, enquanto o ânimo para livros-reportagem arrefece um pouco. Quem sabe daqui uns 10 anos, a moda não será o multimídia como TCC ?</p>
<p>Abaixo, os autores explicam um pouco do processo de criação do Cidade de Palha:</p>
<blockquote><p>&#8230; a <em>Cidade de Palha </em>foi apresentada na úlima segunda-feira (05/07) como trabalho de conclusão de  curso de Jornalismo na Universidade Federal do Espírito Santo, por nós, .</p>
<p>Nosso primeiro contato com as narrativas multimídia se deu no começo de 2009, quando cursamos a  disciplina de Laborário de Jornalismo Online. Desde então, decidimos que elas  seriam nosso TCC. Depois de algumas pautas “abortadas”, chegamos ao <a href="http://www.cidadedepalha.com/" target="_blank">mercado da  Vila Rubim</a>, um tradicional centro comercial aqui de Vitória, capital do  Espírito Santo. O lugar tem uma história fantástica e personagens bastante  emblemáticos.</p>
<p>A apuração durou cerca de um mês. Íamos ao mercado quase que diariamente, munidos de celular, uma  mini DV e uma câmera digital. Coletamos mais de 12 horas de vídeo, três de  gravações em áudio, além de fotos de arquivo e outras produzidas por nós em parceria  com a colega Manoella Mariano. Finalizamos essa primeira parte e depois  começamos a montar a página. Utilizamos um template Wordpress, o <a href="http://fthrwght.com/autofocus/plusdemo/" target="_blank">Autofocus+</a>, que customizamos posteriormente com um background relacionado ao tema e  outras coisas mais. Para os vídeos e fotos, <a href="http://vimeo.com/" target="_blank">Vimeo</a> e <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, respectivamente.</p></blockquote>
<p>Simples, direto, sem firulas. Por que tão poucos TCCs multimídia? Alguém conhece outro trabalho de conclusão multimídia aí?</p>
<p>UPDATE: Da UFSC, acabo de conhecer o <a href="http://www.cotidiano.ufsc.br/paraguai/" target="_blank">Paraguai sem Colorado</a>, sobre a vitória de Lugo</p>
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		<title>Muito além do papel e da tinta</title>
		<link>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/muito-alem-do-papel-e-da-tinta/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:27:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rodolfo Walsh, Ryszard Kapuściński, Joel Silveira, Gay Talese e Truman Capote que me desculpem, mas novo jornalismo mesmo é outra coisa. Usar as ferramentas da literatura foi uma grande sacada – na década de 60. Hoje, quase 50 anos depois das primeiras reportagens literárias, o new journalism ainda causa fetiche nas universidades. Mas existe uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodolfo Walsh, Ryszard Kapuściński, Joel Silveira, Gay Talese e Truman Capote que me desculpem, mas novo jornalismo mesmo é outra coisa. Usar as ferramentas da literatura foi uma grande sacada – na década de 60. Hoje, quase 50 anos depois das primeiras reportagens literárias, o new journalism ainda causa fetiche nas universidades. Mas existe uma nova fronteira à frente, com infinitas boas ferramentas para contar histórias, muitas delas ainda nem sequer descobertas. Estamos falando das fronteiras do digital.</p>
<p>Alguns dirão que jornalismo é jornalismo, como sempre foi, <a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/o-bom-e-velho-jornalismo-esta-morrendo" target="_blank">o bom e velho jornalismo</a>, e que o resto é firula. Acontece que não é bem assim. Primeiro porque, jornalismo, como conhecemos hoje, com regras éticas, existe mesmo só há algumas décadas. No Brasil, o código de ética da profissão é da década de 80. E se voltarmos um pouco antes, ainda, lembremos que existia o sujeito que saía pra rua pra buscar as histórias – o repórter – e o sujeito que ficava na redação, escrevendo em bom português, o redator. Repórter não precisava necessariamente saber português.</p>
<p>Não é de hoje, portanto, que a função dos jornalistas se altera. Com a transformação dos átomos em bits, <a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/05/a-reportagem-na-era-digital/" target="_blank">as coisas ficam mais complexas</a>. Vemos de perto essa transição: repórteres multimídia, convergências, novas narrativas. Uma vez que a habilidade de tirar fotos num celular, escrever em 140 caracteres, filmar e editar vídeos é <a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=766976" target="_blank">algo que uma criança já faz</a>, é difícil imaginar que isso não será um pré-requisito quando essas crianças estiverem chefiando uma redação. E isso pode ser encarado de duas maneiras.</p>
<p>Uma delas é considerar isso um problema; quem pensa assim viverá como viveram os jornalistas nas últimas décadas – poderá se tornar muito bom em uma especialidade, desenvolver habilidades de reportagem ou edição (no texto, rádio ou TV), seguir uma carreira monomídia.</p>
<p>Outro jeito é ver a oportunidade. Os que enxergam assim poderão fazer tudo o que o sujeito acima faz, mas também terão a chance de criar um novo jeito de fazer jornalismo. Reinventar o jornalismo. Usar ferramentas de outros campos, fundir as mídias, experimentar a interatividade, o poder das redes e da colaboração. Criar algo que nunca existiu. Uma nova linguagem. Um novo jornalismo. Ninguém sabe, ainda, o que será isso. Os caminhos não estão traçados.</p>
<p>Andrew DeVigal, Adrian Holovaty, Brian Storm, Felipe Lloreda e Alberto Cairo são alguns dos que praticam o melhor deste novo novo jornalismo. Não são nomes tão conhecidos. Talvez porque não haja mais espaço para um Talese ou um Capote – meia dúzia de nomes que reinventaram o jornalismo. Ou talvez porque, agora, todos nós possamos fazer isso.</p>
<p><em>*Este texto faz parte da coletânea &#8220;Novos Jornalistas &#8211; Para entender o jornalismo hoje&#8221;, organizada por Gilmar Silva e Gustavo Dore, para o curso Digital Journalism da Keio University, a ser lançada em julho. Acompanhe mais pelo blog <a href="http://novosjornalistas.wordpress.com/ " target="_blank">http://novosjornalistas.wordpress.com/ </a></em></p>
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		<title>Infografias da Copa 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 18:16:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Copa do Mundo, uma efeméride amplamente aguardada no mundo todo. Em 2010, vários sites jornalísticos se prepararam e apresentaram os infográficos mais avançados que puderam para cobrir, de maneira inovadora, a Copa da África.
Abaixo, uma breve avaliação de alguns deles. Você andou vendo algo interessante?
The New York Times

Sempre um dos exemplos mais interessantes, a turma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Copa do Mundo, uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efem%C3%A9ride" target="_blank">efeméride</a> amplamente aguardada no mundo todo. Em 2010, vários sites jornalísticos se prepararam e apresentaram os infográficos mais avançados que puderam para cobrir, de maneira inovadora, a Copa da África.</p>
<p>Abaixo, uma breve avaliação de alguns deles. Você andou vendo algo interessante?</p>
<p><strong>The New York Times</strong></p>
<p><a href="http://goal.blogs.nytimes.com/2010/06/17/world-cup-live-france-vs-mexico/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-732" title="nyt_infotemporeal" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/nyt_infotemporeal.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>Sempre um dos exemplos mais interessantes, a turma de infografistas do NYT apresentou uma <a href="http://goal.blogs.nytimes.com/2010/06/17/world-cup-live-france-vs-mexico/" target="_blank">infografia em tempo real</a>. Minuto a minuto, você acompanha aqueles dados estatísticos que às vezes a televisão cita. Com uma outra novidade interessante, que é a mancha da movimentação em campo: naquele minuto tal, a bola rolou mais por ali onde está laranja.</p>
<p><strong>Estadão</strong></p>
<p>O Brasil nas Copas</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/especiais/2010/06/copa_brasil_campanhas.shtm" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-735" title="estadaocopa" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/estadaocopa.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>O Estadão fez um gráfico bem interessante, para visualizar as vitórias e as derrotas do Brasil em toda a história das Copas. Visualmente, ficou bem bonito, mas talvez pudessem ter incluído algumas outras informações adicionais, ou opções de navegação. Como, por exemplo: por que algumas Copas (1930) tiveram menos jogos? Poderia também existir uma opção para ver os resultados por país: Contra a Argentina, Contra a Itália etc.</p>
<p><em>UPDATE</em><strong>: Onde jogam os jogadores?</strong></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/especiais/2010/06/copa_jogadores.shtm" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-742" title="estadaomacarrao" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/estadaomacarrao.jpg" alt="" width="600" height="331" /></a></p>
<p>Do Estadão também, de Carlos Lemos e Daniel Lima, <a href="http://www.estadao.com.br/especiais/2010/06/copa_jogadores.shtm" target="_blank">um dos melhores infográficos interativos</a> que vi no mundo todo sobre a Copa. Permite ver com clareza (na versão interativa melhor que no quadro acima) onde joga cada um dos jogadores de cada seleção. Alemanha, por exemplo, tem só jogadores que atuam em clubes alemães.</p>
<p><strong>Guardian</strong></p>
<p><a href="http://www.guardian.co.uk/football/interactive/2010/jun/08/world-cup-2010-fans-network" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-737" title="guardiancopa" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/guardiancopa.jpg" alt="" width="600" height="200" /></a></p>
<p>O jornal inglês convidou alguns jornalistas de cada um dos países que estão na Copa e montou <a href="http://www.guardian.co.uk/football/interactive/2010/jun/08/world-cup-2010-fans-network" target="_blank">uma infografia que é alimentada pelos tweets </a>deles. Assim, é uma espécie de monitoramento do torcedor &#8211; só que, infelizmente, só da meia dúzia de torcedores que eles selecionaram. Poderiam alimentar isso com TODA a rede do Twitter, que seria muito mais interessante&#8230;</p>
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		<title>Lívia Ascava: como fizemos o Isso não é normal</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 17:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevemos aqui sobre a reportagem multimídia Isso não é normal, publicada pelo Estadão e desenvolvida pelas empresas WebCitizen e Cia de Foto. Falamos com uma das repórteres do projeto, Lívia Ascava, que nos enviou um depoimento sobre o processo de produção. Abaixo:
Nós (Webcitizen e Cia de Foto) recebemos uma missão da embaixada britânica: realizar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/06/isso-nao-e-normal-uma-reportagem-multimidia/" target="_blank">Escrevemos aqui</a> sobre a reportagem multimídia <a href="http://www.issonaoenormal.com.br/" target="_blank">Isso não é normal</a>, publicada pelo Estadão e desenvolvida pelas empresas <a href="http://www.issonaoenormal.com.br/post/quem-somos" target="_blank">WebCitizen e Cia de Foto</a>. Falamos com uma das repórteres do projeto, Lívia Ascava, que nos enviou um depoimento sobre o processo de produção. Abaixo:</p>
<blockquote><p>Nós (Webcitizen e Cia de Foto) recebemos uma missão da embaixada britânica: realizar um trabalho sobre mudanças climáticas com foco em cidades. O nosso projeto está alinhado com o relatório &#8220;Vulnerabilidades das Mega-cidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo&#8221;, coordenado pelo Carlos Nobre. É um trabalho bem bacana, cheio de pesquisas acadêmicas, muito rico. A nossa ideia era tornar a informação mais simples, acessível e divertida. Além de aproximar os cidadãos do tema. Não apenas no sentido de &#8220;ó, tá acontecendo&#8221;, mas também de &#8220;ó, tá acontecendo e isso tem tudo a ver com a sua vida, o seu cotidiano, o agora&#8221;.</p>
<p>Dividimos o projeto em três etapas: São Paulo, Sul e Nordeste. Na etapa de São Paulo o problemão que a cidade grita é alto. E tudo esta relacionado. De uma ponta a outra: o tanto de deslocamentos que precisamos fazer, devido a lógica urbana, que nos leva a utilizar muito os veiculos automotores, que poluem o ar, emitem gases que aquecem o planeta, daí vem as chuvas, que afetam mais áreas em que o modelo de ocupação é inadequado&#8230; E assim vai. Por outro lado, o comportamento, que é uma questão de cultura. Por que carro? Por que tanto consumo?</p>
<p>Estudamos uma plataforma que fosse adequada pra linguagem e para o tema. Multimídia, atrativa e impactante. Fizemos uma série de entrevistas com especialistas, que serviram de pesquisa e pauta para os demais. A verdade é que a turma toda envolvida já tinha um histórico de interesse e trabalho com temas urbanos, pesquisa e se envolve com a cidade. O que tornou a elaboração mais concreta. Pessoas que tinham o desejo de ir fundo no tema e compartilhá-lo.</p>
<p>A equipe não é grande. Durante dois meses nos dividimos para contemplar tudo. Nove pessoas participaram do projeto. E embora cada um fosse responsável por coordenar uma história, desde o começo trabalhamos em grupo. A designer (Marina Chevrand) participou de todas as reuniões de pauta e de muitas das entrevistas, por exemplo. Tinha fotógrafo que fazia pergunta aos entrevistados. Isso aconteceu frequentemente. O Denis [Russo] filmou uma das entrevistas. A Natalia [Garcia] também. Isso não só por conta de uma equipe reduzida, mas porque todos se interessam e compreendem a comunicação, a informação, como o conjunto de todas as frentes: texto, infográfico, video, fotografia&#8230;</p>
<p>Nessas reportagens, contamos também com a colaboração dos especialistas. O Sadalla Domingo, especialista em projetos para renaturalizar (ou desimpermeabilizar) São Paulo, por exemplo, passou um sábado caminhando pela Pompéia com a gente e deu uma super aula sobre o tema. O Paulo Saldiva nos recebeu diversas vezes na USP, cheguei a trabalhar do escritório dele durante uma tarde e ele conversava comigo nos intervalos de cinco minutos entre uma reunião e outra para que tudo desse certo. Esse apoio foi fundamental, porque quando se trata de pesquisas, de números e de futuro, é preciso entender muito bem o assunto.</p>
<p>Um exemplo: fiquei empolgada com a possibilidade de fazer um infográfico sobre o quanto se gasta com poluição, dividindo esse montante entre a população ou as empresas mais poluidoras. Mostrando o quando eles deveriam pagar se a gente adotasse a lógica do poluidor pagador e tal. Mas aí quando você analisa, esse infográfico se torna uma coisa absurda. Porque a conta não pode ser feita desse jeito! Por isso nós abandonamos algumas ideias no meio do caminho e tivemos outras, que pudessem ser mais consistentes e contribuissem de fato para que a informação fosse passada de uma forma bacana e para que lá na ponta, os nossos leitores conseguissem ter uma informação relevante para uma possível aplicação em seu cotidiano. Nos ajudando a conviver com essas mudanças, nos adaptando, preparando&#8230; Não queríamos ser apocalípticos. Porque sim, a gente pode fazer muita coisa, o governo também&#8230; É um baita problema, mas com algumas soluções bem boas e algumas prontas.</p>
<p>Acho que, <strong>pra todos, participar do projeto foi muito divertido, o que é fundamental</strong>. Uma coisa que gosto demais na Webctizen e no TEDxSP é isso, apostar que conhecimento e entretenimento não precisam estar distantes. E que, através disso, podemos contribuir de alguma forma com transformações positivas. Ver o projeto pronto deu esse gostinho de &#8220;deu certo&#8221;.</p>
<p>Mudanças climáticas não é um tema tão sedutor e mesmo assim já conseguimos atrair um público bem diverso pro nosso site. Acho que isso mostra que <strong>temas considerados mais ásperos, técnicos e segmentados, quando tratados com um viés assim tem alcance</strong>. E que as pessoas não estão tão desinteressadas como dizem por aí. Só é preciso aproximá-las das questões. É um start para o engajamento&#8230;</p></blockquote>
<p>LEIA MAIS: <a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/06/isso-nao-e-normal-uma-reportagem-multimidia/" target="_blank">Isso não é normal &#8211; reportagem multimídia</a></p>
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		<title>Isso não é normal: uma reportagem multimídia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 17:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Não é normal mesmo ver reportagens assim na imprensa brasileira. A WebCitizen acaba de lançar um trabalho de reportagem multimídia bem interessante, daqueles que pouco vemos por aqui: é o site Isso não é Normal, sobre os impactos do desenvolvimento desenfreado de uma cidade como São Paulo.
Eles explicam como foi feito:
O site foi produzido por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.issonaoenormal.com.br/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-729" title="naonormal" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/naonormal.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>Não é normal mesmo ver reportagens assim na imprensa brasileira. A <a href="http://www.webcitizen.com.br/" target="_blank">WebCitizen</a> acaba de lançar um trabalho de reportagem multimídia bem interessante, daqueles que pouco vemos por aqui: é o site <a href="http://www.issonaoenormal.com.br/" target="_blank">Isso não é Normal</a>, sobre os impactos do desenvolvimento desenfreado de uma cidade como São Paulo.</p>
<p>Eles explicam como foi feito:</p>
<blockquote><p>O site foi produzido por uma parceria entre duas empresas: a <a href="http://www.webcitizen.com.br/" target="_blank">Webcitizen</a>(que  se dedica ao trabalho de participar da transformação do mundo através da  informação) e a <a href="http://ciadefoto.com.br/site/" target="_blank">Cia  de Foto</a> (um coletivo de fotografia e vídeo dedicado a documentar a  vida em São Paulo e divulgar essas imagens através da arte, do  jornalismo e da publicidade), com apoio financeiro do Departamento para o  Desenvolvimento Internacional (DFID) do governo britânico e apoio à  produção de conteúdo do Programa de Comunicação em Mudanças Climáticas  da Embaixada Britânica.</p>
<p>Para veicular este conteúdo, queríamos como parceiro um veículo de  informação respeitado e com circulação nacional. Nossa primeira escolha  foi o Estadão, por causa de seu envolvimento histórico com os temas  ambientais, e pela abordagem inovadora que tem na internet.</p></blockquote>
<p>O que vemos agora é o primeiro de uma série de três sites: <strong>!sso Não é  Normal SP</strong> (sobre a cidade de São Paulo),<strong> !sso Não É  Normal S</strong> (sobre a região Sul, que será lançado em 15 de julho)  e <strong>!sso Não É Normal NE</strong> (sobre o Nordeste, com  lançamento marcado para 15 de agosto).</p>
<p>Interessante notar como iniciativas de grandes reportagens multimídia não partem das redações dos grandes jornais, mas de produtores independentes. Um exemplo de que bom jornalismo pode surgir fora das velhas mídias.</p>
<p><strong>Provocações: </strong></p>
<p>Será necessária a velha mídia para produzir bom jornalismo?</p>
<p>E outra: é inegável que o alcance de um veículo tradicional como o Estadão é maior do que simplesmente colocar o site no ar e utilizar a rede para divulgar o trabalho. É inegável mesmo? (<a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2010/06/14/brasil-o-fenomeno-cala-boca-galvao/" target="_blank">e o fenômeno do #calabocagalvão</a>)</p>
<p><em>UPDATE</em>: <a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/06/livia-ascava-como-fizemos-o-isso-nao-e-normal/" target="_blank">Lívia Ascava comenta como foi fazer a reportagem Isso não é normal</a></p>
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		<title>E se fosse aqui &#8211; O vazamento de óleo</title>
		<link>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/e-se-fosse-aqui-o-vazamento-de-oleo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 21:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O pior desastre ambiental da história dos EUA, ocorrido em abril de 2010, deixou um rastro de óleo espalhado por quilômetros. Uma ideia simples, porém muito boa (as melhores, aliás, são as mais simples quase sempre), foi esse mashup acima. Para ter uma noção melhor do tamanho da mancha de óleo que foi se espalhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ifitwasmyhome.com/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-725" title="mancha" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/mancha1.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>O pior desastre ambiental da história dos EUA, ocorrido em abril de 2010, deixou um rastro de óleo espalhado por quilômetros. Uma ideia simples, porém muito boa (as melhores, aliás, são as mais simples quase sempre), foi esse mashup acima. Para ter uma noção melhor do tamanho da mancha de óleo que foi se espalhando pelo Golfo do México, você digita a sua cidade e o mapa centraliza a mancha ali.</p>
<p>Acima, o teste foi feito com São Paulo no centro da mancha. <a href="http://www.ifitwasmyhome.com/" target="_blank">Dá pra colocar qualquer lugar</a>.</p>
<p>O mapa é atualizado, porque o vazamento ainda não foi estancado (até 10 de junho, data deste post). A mancha está crescendo.</p>
<p><a href="http://www.boston.com/bigpicture/2010/06/caught_in_the_oil.html" target="_blank">Algumas fotos do desastre.</a></p>
<p>MAIS: O New York Times está com uma <a href="http://www.nytimes.com/interactive/us/spill_index.html" target="_blank">galeria exclusiva de infografias sobre o derramamento</a>.</p>
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		<title>Exemplo básico de mashup investigativo</title>
		<link>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/exemplo-basico-de-mashup-investigativo/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 16:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por José Antonio Meira da Rocha

Às vezes, é possível fazer um bom trabalho de jornalismo online  integrando investigação auxiliada por computador e ferramentas gratuitas  que existem pela rede, sem grandes investimentos em equipes de  programadores.
Com simples pesquisas e serviços do Google, fiz um mashup sobre a  &#8220;alta carga tributária brasileira&#8221;:
A impostura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por José Antonio Meira da Rocha<br />
</em></p>
<p>Às vezes, é possível fazer um bom trabalho de jornalismo online  integrando investigação auxiliada por computador e ferramentas gratuitas  que existem pela rede, sem grandes investimentos em equipes de  programadores.</p>
<p>Com simples pesquisas e serviços do Google, fiz um <em>mashup</em> sobre a  &#8220;alta carga tributária brasileira&#8221;:</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/04/07/a-impostura-do-impostometro/" target="_blank">A impostura do impostômetro</a></p>
<p>Usei <a href="https://spreadsheets.google.com/ccc?key=0AuERPic3WeZGdFZOS2NrQ0lIaXZxc0JPWUtFeVdPQ0E&amp;hl=pt_BR#gid=0" target="_blank">planilhas Google Docs (googlenilhas)</a> com dados da  CIA Fact Book e The Heritage Foundation.</p>
<p>Os <a href="http://tables.googlelabs.com/DataSource?dsrcid=191509" target="_blank">mapinhas são feitos pelo Google Fusion</a>, que já tem  um ano mas que só descobri ontem. É uma ferramenta colaborativa para  manipulação de bases de dados muito grandes, com várias opções de  apresentação visual dos dados.</p>
<p>Os dois sistemas geram código pronto para  ser embutido em páginas  HTML. São ferramentas de complexidade mediana que podem perfeitamente  ser usadas por estudantes ou profissionais não-programadores. As maiores  exigências são conhecimento de planilhas eletrônicas, &#8220;limpeza&#8221; de  dados copiados de tabelas da Wikipedia (uso o editor de texto Notepad++)  e HTML básico (só copiar-colar, na verdade).</p>
<p>LEIA MAIS: Meira da Rocha é professor da Universidade Federal de Santa Maria (um dos pólos brasileiros do jornalismo online), mestre em Mídias, especialista em Informática na Educação e professor de  Jornalismo Online, Planejamento Gráfico e Mídias digitais. A explicação mais completa sobre como ele fez tudo isso <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/04/07/a-impostura-do-impostometro/" target="_blank">está no blog dele, aqui</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Teste 2: o IPad vai substituir o jornal?</title>
		<link>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/teste-2-o-ipad-vai-substituir-o-jornal/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Recebemos várias considerações a respeito do tema, por isso resolvemos seguir com os testes.
Mantivemos o mesmo método objetivo.
Realmente, o jornal ainda se revela um artefato muito mais útil para acender lareiras.
O IPad não pode com ele (ops!).
PS: Ainda esta semana, conforme prometido, tentaremos embrulhar um peixe no IPad.
Sigam utilizando a caixa de comentários para novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/teste_ipad_2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-718" title="teste_ipad_2" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/teste_ipad_2.jpg" alt="Acender a lareira com o um IPad" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Recebemos várias considerações a respeito do tema, por isso resolvemos seguir com os testes.</p>
<p>Mantivemos o mesmo método objetivo.</p>
<p>Realmente, o jornal ainda se revela um artefato muito mais útil para acender lareiras.</p>
<p>O IPad não pode com ele (ops!).</p>
<p>PS: Ainda esta semana, conforme prometido, tentaremos embrulhar um peixe no IPad.</p>
<p>Sigam utilizando a caixa de comentários para novas sugestões de desafios IPad x Jornal Impressso.</p>
<p>LEIA MAIS: Teste 1 &#8211; <a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/06/o-ipad-vai-substituir-o-jornal/" target="_blank">Pra pintar parede</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O IPad vai substituir o jornal?</title>
		<link>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/o-ipad-vai-substituir-o-jornal/</link>
		<comments>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/o-ipad-vai-substituir-o-jornal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 21:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[jornal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Discutimos muito aqui na redação se o IPad irá definitivamente substituir o jornal impresso.
Hoje fizemos um teste que comprova:
Parece que não. O jornal ainda é multiuso.
Mas há controvérsias. O que você acha?
PS: Na próxima semana, novos testes. Tentaremos embrulhar um peixe no Ipad.
Para outras sugestões de uso, por favor, usem a caixa de comentários.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/ipadxjornal.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-716" title="ipadxjornal" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2010/06/ipadxjornal-768x1024.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>Discutimos muito aqui na redação se o IPad irá definitivamente substituir o jornal impresso.</p>
<p>Hoje fizemos um teste que comprova:</p>
<p>Parece que não. O jornal ainda é multiuso.</p>
<p>Mas há controvérsias. O que você acha?</p>
<p>PS: Na próxima semana, novos testes. Tentaremos embrulhar um peixe no Ipad.</p>
<p>Para outras sugestões de uso, por favor, usem a caixa de comentários.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornalismodigital.org/2010/06/o-ipad-vai-substituir-o-jornal/feed/</wfw:commentRss>
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